Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil

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A incidência de casos de câncer infanto-juvenil é hoje uma das principais causas de morte na faixa etária de 0 a 19 anos no Brasil. O câncer infantil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo.

Os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias (que afeta os glóbulos brancos), os do sistema nervoso central e linfomas (sistema linfático).

DISTRIBUIÇÃO PELOS GRUPOS HISTOLÓGICOS SEGUNDO CRIANÇAS E ADOLECENTES

Um total de 9.112 tumores foram admitidos pelo RHC (Registro Hospitalar do Câncer) do HEG (Hospital Erasto Gaertner) no período de Janeiro de 2005 a Dezembro de 2009, destes, 142 foram de tumores em pacientes menores de 15 anos (pediátricos), representando 1,6% do total e 85 casos de tumores em pacientes adolescentes (15 a 18 anos), representando 0,9%, totalizando 227 casos onde foram classificados segundo a classificação para tumores da infância e da adolescência.

A Lei nº 11.650, datada de 04 de abril de 2008, instituía o dia 23 de novembro como Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil. Entre os principais objetivos que culminaram na criação dessa data estão estímulo a ações educativas e preventivas associadas à doença, promoção de debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças com câncer, difusão dos avanços técnico-científicos relacionados com a doença e promoção de apoio para crianças e seus familiares.

Segundo o INCA, Também acometem crianças e adolescentes o neuroblastoma (tumor de células do sistema nervoso periférico, frequentemente de localização abdominal), tumor de Wilms (tipo de tumor renal), retinoblastoma (afeta a retina, fundo do olho), tumor germinativo (das células que vão dar origem aos ovários ou aos testículos), osteossarcoma (tumor ósseo) e sarcomas (tumores de partes moles).

Assim como em países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (7% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, para todas as regiões.

Estima-se que correrão cerca de 11.840 casos novos de câncer em crianças e adolescentes no Brasil por ano em 2014 e em 2015. As regiões Sudeste e Nordeste apresentarão os maiores números de casos novos, 5.600 e 2.790, respectivamente, seguidas pelas regiões Sul (1.350), Centro-Oeste (1.280) e Norte (820).

Alguns sinais podem ajudar a identificar que algo não vai bem com a criança:

– Palidez;

– Aumento do volume das ínguas (gânglios);

– Dores ósseas de grande intensidade;

– Mancha branca na menina dos olhos;

– Manchas roxas pelo corpo;

– Sangramento nasal.

O surgimento de qualquer um deles deve ser levado em consideração e avaliado por um médico especialista, para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento o mais breve possível.

Nas últimas quatro décadas, o progresso no tratamento do câncer na infância e na adolescência foi extremamente significativo. Hoje, em torno de 70% das crianças e adolescentes acometidos de câncer podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados. A maioria deles terá boa qualidade de vida após o tratamento adequado.

Regis Deiques

marketing@injepecas.com.br

Fonte:

http://www.erastogaertner.com.br/arquivos/Relatorio%20RHC%20-%202010e2013%20-%20Final.pdf

http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/infantil

 

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